Livro Observando a Natureza

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Mudança climática global


Fenômenos naturais do Ciclo Hidrológico Terrestre

De acordo com a teoria do calor interno da Terra, a mudança climática global, devido ao efeito estufa, está relacionada à subida das águas oceânicas e dos grandes rios, assim como o Rio Negro, que na segunda metade do século XX, levou uma coluna d’água cerca de 40 cm em relação a primeira metade do século, média calculada a partir dos níveis máximos e mínimos do rio, durante 103 anos. Provavelmente, mares e oceanos tiveram o mesmo comportamento.
Há comentários de que os rios da Bacia amazônica estriam diminuindo de volume, e os episódios de seca aumentando, devido

 

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às derrubadas e queimadas das florestas ocorridas na região, mas a enchente de 2006 e o cálculo matemático da média dos níveis máximos e mínimos do rio, entre outros dados, provam o contrário. Outra verdade importante é que no primeiro quinquênio do século XX, houve mais períodos de seca na região do que no segundo.
Segundo a teoria, a Terra está passando por um período interglacial, acumulando energia interna, as geleiras vem derretendo a liberação de calor do manto, através dos vulcões que se assentam no fundo dos oceanos.
O aumento da coluna de água, continuamente, prejudica a evaporação, causa diminuição das chuvas e aumento da secas nos continentes e, consequentemente prejudica a conservação da camada de ozônio e a liberação de calor pelo planeta. Mediante isso, as temperaturas vêm aumentando devido à atmosfera ser sensível tanto ao calor que recebe da crosta, quanto do sol.
Os países que têm florestas devem conservá-las, e aqueles com baixa densidade florestal necessitam de reflorestamento, já que as árvores, limitadamente conseguem manter lençóis de água subterrâneos, retirar energia da terra e umidificar o ar, regulando as temperaturas e o clima dos ecossistemas terrestres.
A Terra começou o século XX, liberando energia através de terremotos, vulcões, furacões e tempestades. Globalmente, as florestas podem amenizar esse fenômeno, pois elas são muito eficientes no processo de resfriamento continuo através de evaporação.

 

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A chuva mecanizada poderá vir a constituir uma forma eficiente de equilíbrio planetário, enviar mais água para o continente, principalmente às regiões secas, reduzindo a coluna de água oceânica e facilitando a evaporação e reconstituição da camada de ozônio.
Filosoficamente, o homem pode atrasar o processo de aquecimento global, seguindo a sabedoria da natureza, captada pelos seres vivos, numa escala de tempo infinita.

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Dez anos da teoria do calor interno da Terra


Cachorro – primeiro animal a viajar no espaço.

A teoria do calor interno da Terra foi o primeiro trabalho filosófico-científico a afirmar, categoricamente, em dezembro de 1995, a existência de água no subsolo de Marte.
Esse dado científico foi mostrado através da experiência da latinha, na qual observamos o fogo fazer minar água, e ao apagá-lo, a areia secar instantaneamente, como um deserto. O movimento da água na experiência mostra a energia calórica em trânsito, levando o planeta vermelho a perder calor ao longo do tempo. Sua água encontra-se em seu interior, podendo haver extensos lençóis de água subterrâneos.
Marte, cuja composição química é semelhante à da Terra, desertificou primeiro, devido ao seu volume ser p=oito vezes menor que o planeta azul.

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